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VELHO LARGO DA MATRIZ
O major Ricardo Krone (1862-1917), além de naturalista de renome, foi também farmacêutico (dono da “Pharmacia Popular”, no prédio onde hoje funciona o Bradesco) e, de quebra, retratista (que hoje chamamos de fotógrafo). Com suas lentes precisas, sob o espoucar do magnésio esfumaçante, Krone registrou, em estampas perfeitas, diversas cenas iguapenses. Como um pacato dia no Largo da Matriz. Vemos o largo, ainda não calçado, exibindo terra e grama, destacando-se, no lado direito, um vistoso lampião de querosene assentado no muro do antigo Jardim Botânico. No lado esquerdo, vemos, em destaque, o imponente casarão com suas numerosas portas e janelas. Algumas pessoas estão à frente dessa casa; outras na casa vizinha; e duas crianças brincam despreocupadamente no largo. Considerando que Krone faleceu em 1917, essa foto deve ter sido “batida” no começo do século XX. Nesse soberbo casarão, funcionou, mais tarde, a “Padaria do Porto”, de Izachar de Moraes. Tinha esse nome pois o prédio se localizava na descida do Porto General Osório, que dava acesso ao Porto Grande. São imagens nostálgicas do passado iguapense.
(Texto: Roberto Fortes. Direitos Reservados. Foto: Acervo Ricardo Krone/Rodolpho Pettená).
12/06/2008 Publicada por Roberto Fortes
O major Ricardo Krone (1862-1917), além de naturalista de renome, foi também farmacêutico (dono da “Pharmacia Popular”, no prédio onde hoje funciona o Bradesco) e, de quebra, retratista (que hoje chamamos de fotógrafo). Com suas lentes precisas, sob o espoucar do magnésio esfumaçante, Krone registrou, em estampas perfeitas, diversas cenas iguapenses. Como um pacato dia no Largo da Matriz. Vemos o largo, ainda não calçado, exibindo terra e grama, destacando-se, no lado direito, um vistoso lampião de querosene assentado no muro do antigo Jardim Botânico. No lado esquerdo, vemos, em destaque, o imponente casarão com suas numerosas portas e janelas. Algumas pessoas estão à frente dessa casa; outras na casa vizinha; e duas crianças brincam despreocupadamente no largo. Considerando que Krone faleceu em 1917, essa foto deve ter sido “batida” no começo do século XX. Nesse soberbo casarão, funcionou, mais tarde, a “Padaria do Porto”, de Izachar de Moraes. Tinha esse nome pois o prédio se localizava na descida do Porto General Osório, que dava acesso ao Porto Grande. São imagens nostálgicas do passado iguapense.
(Texto: Roberto Fortes. Direitos Reservados. Foto: Acervo Ricardo Krone/Rodolpho Pettená).
12/06/2008 Publicada por Roberto Fortes
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